Igreja Paroquial S. Sebastião de Ginetes

 

 

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Primitiva Igreja

      Foi no reinado de D. João III, entre 1521 e 1557, que foi construída a primitiva Igreja para evitar que os fiéis se deslocassem para muito longe, a fim de cumprirem o preceito Dominical. A referida construção durou cerca de 36 anos.                                                                                      Hoje já não existe qualquer vestígio da primitiva Igreja, a não ser uma pia de baptismo em pedra lavrada, que foi arrematada por José Jacinto Pereira, quando destruíram o referido edifício. Esteve na posse da família deste senhor, até que a pedido do P. Manuel Pacheco Câmara foi oferecida à Igreja Paroquial há mais de vinte anos. É um valioso objecto litúrgico, com mais de quatrocentos e cinquenta anos, que faz parte do património religioso da Igreja de Ginetes. Segundo a tradição radicada na memória do povo, a primitiva Igreja foi edificada no lugar da Lombinha.

 Antes de 1557, não existia paróquia. O lugar de Ginetes pertencia à paróquia de Candelária, por ser mais antiga. Só no interregno de 1568 a 1584, foi instituída a paróquia do Mártir S. Sebastião de Ginetes, sendo a Ermida da Lombinha elevada à categoria de Igreja paroquial. O seu primeiro vigário foi Gaspar de Carvalho. Faleceu em 1603, sendo substituído pelo vigário Baltazar Gonçalves Ferreira, amigo intimo do rico proprietário do pico de Ginetes, Aires Jácome Correia.

 

Igreja Actual

      Porque a primitiva Igreja já não tinha capacidade

suficiente para recolher todo o povo, foi concebido um plano para a construção de uma nova Igreja, em lugar mais adequado e central, de modo que junto à Igreja se pudesse edificar uma residência paroquial. Então, a pedido do vigário Baltazar Gonçalves Ferreira, foi oferecido pelo seu grande amigo, Aires Jácome Correia, dois alqueires de terra, no sitio da actual Igreja e o que sobrasse do templo paroquial e do adro fosse ocupado com a construção da residência paroquial.

          A edificação da actual Igreja ocorreu entre 1603 e 1635, no referido terreno. Foi nesse tempo, aberta uma rua com o nome de Rua Nova, do lado nordeste do templo. Portanto a Rua Nova é tão antiga como a actual Igreja. A construção da Igreja levou 32 anos.

          O VIGÁRIO Baltazar Gonçalves Ferreira serviu a Paróquia de Ginetes, durante 28 anos, até 1631, data em que faleceu, não tendo completado a obra com que sonhara.

S. Sebastião 

S. João

S. José

S. Pedro

Nossa Sra. do Rosário

Senhor dos Passos 

Sagrada Família

     Coração de Jesus

     Nossa Sra. da Boa Hora    

Concepção: Pedro Ponte - Assistência Técnica: Nelson Medeiros

Conteúdos da responsabilidade de Alberto Ponte